Audiência Pública discute invasão de terras em Minas Gerais

O Presidente do Sindicato Rural de Montes Claros, Ricardo Laughton, participou nesta segunda-feira (21) de Audiência Pública realizada pelas Comissões de Agropecuária e Segurança Pública para debater os conflitos gerados pelo Movimento Sem Terra (MST), diante das invasões em várias regiões do Estado. Laughton esteve na bancada representando a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais, FAEMG, da qual ocupa o cargo de vice-presidente. Durante pronunciamento, o presidente reforçou as ações do Sistema FAEMG para defender os interesses dos produtores rurais, além de destacar a importância do setor para o desenvolvimento do país. Durante a reunião, representantes de diversas entidades convidadas para a reunião falaram sobre o problema, que tem tirado a tranquilidade do produtor rural em todo o estado. O diretor do Sindicato Rural de Montes Claros, Marcelo Ferrante Maia, afirmou que a intenção dos movimentos que fazem as invasões é de desestabilizar o produtor rural, com o objetivo de enfraquecer a classe. O deputado Antonio Carlos Arantes (PSDB), presidente da Comissão de Agropecuária e Agroindústria, aproveitou para ressaltar que é importante que os produtores rurais fortaleçam o sistema sindical, que representa oficialmente a classe e trabalha junto às autoridades em prol dos produtores. Além disso, Arantes reforçou a necessidade de que uma audiência seja realizada em Brasília, pois o problema em breve pode se espalhar para todo o Brasil. A presidente da Comissão de Agronegócio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ennia Guedes Bueno, também esteve presente na reunião. Os deputados Gil Pereira e Carlos Pimenta também aproveitaram a oportunidade para demonstrar interesse em auxiliar os produtores rurais da região nos problemas apresentados.


Ricardo Laughton avaliou positivamente a audiência. "A reunião foi muito produtiva. Tivemos a oportunidade de ouvir produtores rurais, deputados e ex-militantes do MST. Vários requerimentos foram encaminhados à Comissão na tentativa de atenuar os conflitos agrários”, afirmou. "O próximo passo, agora, é acompanhar a atuação dos representantes no poder legislativo e trabalhar para que a discussão de ações seja constante em todos os âmbitos", conclui.

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